Terror real

Três famílias do interior do estado norte-americano de Washington parecem estar sendo aterrorizadas e ameaçadas por pessoas ou seres misteriosos através de seus celulares. Por quatro meses, os Kuykendalls, os Prices e os McKays têm sido amedrontados por vozes misteriosas que sabem de todos os seus movimentos e que ocasionalmente surgem em suas casas tarde da noite, gritando e batendo nas paredes. A polícia não sabe o que fazer. As companhias de celular dizem que o que os supostos atacantes estão fazendo seria impossível. Se for verdade e não apenas uma elaborada tramóia, as vozes sabem quando as pessoas estão jantando, o que elas estão comendo ou vestindo, que programas de TV estão assistindo no momento das ligações, quando as filhas saem para a escola e muito mais. Até mesmo quando as famílias foram à polícia, chegando ao extremo de tocar, através do celular, uma gravação da conversa que elas tiveram com um dos detetives.

 

As vozes são graves e parecem saídas de filmes de horror. Algumas das mensagens, de acordo com operadoras, teriam sido enviadas, por mais estranho que pareça, dos celulares das próprias famílias, inclusive em momentos em que eles estavam desligados. Sei que, claro, deve ser uma armação de alguém a) das próprias famílias b) de alguém que tenha acesso às casas e fones c) da polícia e da companhia telefônica ou aindad) de espíritos bem saidinhos e high-tech, mas mesmo assim é assustador. Vejam mais no site do jornal (link aí no início). Brrr.

Trabalho

Trabalhar em cubículos fazendo coisas inúteis é isso aí:

Hilário.

O que me lembra de mais uma vez indicar o ótimo Anxiety Culture.

Fuck it

Não poderia concordar mais.

E, não, eu não sou de direita. Nem de esquerda. Nem de centro.

Charlie Sheen não acredita no 11 de setembro

O ator Charlie Sheen é mais um a engrossar as fileiras das pessoas que acreditam que os ataques terroristas de 11 de setembro tenham sido orquestrados pelo governo americano. Surpreendentemente, ao cobrir as declarações do ator, o canal CBS News fez uma rápida pesquisa entre seus telespectadores e o resultado foi espantoso: 84% deles também acham que o governo americano participou ativamente dos ataques, coordenando o que deveria se passar por terrorismo.

Nada Confiável

Não, vejam:

A essa altura, até browser sabe que o Planalto não é confiável. E, claro, browsers também sabem que algumas pessoas especiais “não reconhecem a autoridade”.

(enviado pela Carol, que passou por essa bizarra situação internética. Obrigado!).

PIB

Estudo mostra que migração pode aumentar em até 0,6% o PIB mundial (incluindo aumentos no PIB dos países de origem e destino do imigrante). O mesmo estudo indica que a tese xenófoba de que o imigrante ilegal “tira vagas” de emprego da força de trabalho local é totalmente furada e irreal.

Just one shot

Em nome de DEUS!!

E continua a competição “nossos religiosos são mais bizarros do que os seus”. Quem ganhará? Vejam:

Nos EUA, a Suprema Corte decidiu proibir o uso dos Dez Mandamentos nos tribunais.

Cinco votos a favor, quatro contra. A Suprema Corte decidiu fazer isso após o elevado número do uso do “Não Matarás” de forma quase legal.

Na Indonésia, grupo islâmico radical invade o concurso de “Miss Travesti”:

“O concurso vai fazer com que Alá nos puna com outro tsunami”, disseram os fiéis.

Vamos lá, continuem, fiéis! Nada foi decidido ainda. Qualquer um dos dois pode ser o mais bizarro!!

Kentucky, claro.

Inacreditável:

http://www.fangoria.com/news_article.php?id=3646

Um adolescente de 18 anos do Kentucky tá sendo processado por
“terrorismo” porque escreveu uma história de terror com zumbis para um
trabalho de colégio.

O cara foi denunciado pelos próprios AVÓS dele.

Índios

“Nós índios já tomamos uma decisão. Se ocorrer uma expulsão nessas áreas em conflito, vamos cometer suicídio. Nós vamos cometer suicídio porque nós não significamos nada para ninguém”, disse um guarani-kaiowá aos pesquisadores da Anistia.
De uma matéria da BBC Brasil sobre protestos da Anistia Internacional em relação à ineficaz política indígena do governo Mula, considerada pela organização “um retrocesso”.