Provação

 

May the 4th Be With You!

No Star Wars Day, a interplanetária Editora Aleph lança minha estreia como tradutor de Star Wars: o livro Provação (Crucible), de Troy Denning.

“Considerado a última grande aventura de Luke, Han e Leia, STAR WARS: Provação, se passa 40 anos após os acontecimentos de O Retorno do Jedi – mais ou menos no mesmo período do novo filme da saga, O Despertar da Força.”

Livraria Cultura > http://bit.ly/1OlTiA6
Saraiva Online > http://bit.ly/1Grp8af
Livraria da Travessa> http://bit.ly/1Ds8Mbk
Amazon.com.br > http://bit.ly/1Ds8VLJ
Livraria Martins Fontes > http://bit.ly/1z1yUNP
Livraria Galileu > http://bit.ly/1Ds9h5h
Cia Dos Livros Livraria > http://bit.ly/1DHOQAp

Marie adora viajar ouvindo Sunn O)))

Perto da minha casa:

Pequenos Deuses

Capa da edição brasileira de Small Gods, pela Bertrand Brasil

Capa da edição brasileira de Small Gods, pela Bertrand Brasil

E saiu o excelente Pequenos Deuses, de Terry Pratchett. É a minha estreia como tradutor da série Discworld, pela Bertrand Brasil. 

Pratchett é maravilhoso, uma espécie de Jonathan Swift contemporâneo. Consegue seguir várias das melhores linhagens da literatura britânica, da sátira à fantasia, da crítica ao mistério, do gênero “literário” ao thriller. Muitas vezes não só no mesmo livro, mas no mesmo parágrafo. Brilhante como poucos.

Espero estar à altura do excelente trabalho de tradução da Ludi Hashimotonos primeiros livros da série, lançados aqui pela Conrad Editora.

Pequenos Deuses chega às livrarias no dia 10 de abril.
Mas já esta em pré-venda:
http://bit.ly/PequenosDeusesSaraiva 
http://bit.ly/PequenosDeusesAmazon
http://bit.ly/PequenosDeusesTravessa

Cortina de Ruínas em álbum

Capa do álbum

Capa do álbum

Já está online o álbum com as faixas dos vencedores das edições 2012 e 2013 do Concurso Latinoamericano de Composición Electroacustica y Electrónica Gustavo Becerra-Schimdit, que tem lugar anualmente em Santiago, Chile. Estou presente em parceria com Leandra Lambert, com a nossa música Cortina de Ruínas, primeiro lugar na categoria Musica Experimental em 2012.É só ir lá e baixar o álbum e a capa, de graça. Pelo selo Pueblo Nuevo Netlabel.

Ocupação Arte Sonora

“As Três Torres”, 2009, texto, música e caixas de acrílico – Alex Mandarino e Leandra Lambert / Foto de Alex Mandarino

Meu trabalho As Três Torres está exposto na mostra Arte Sonora, que ocupa o Castelinho do Flamengo até o final de abril. São três caixas de acrílico contendo três microcontos fantásticos e três ambientações sonoras respectivas, compostas em parceria com Leandra Lambert. Apareçam por la, entrada gratuita.

“A ocupação ARTE SONORA coloca o som no centro da questão, durante dois meses, no Castelinho do Flamengo. Artistas, DJs, músicos e pesquisadores apresentarão instalações, palestras, vídeos, performances, lives, DJ sets, além de realizar gravações de podcasts e mixtapes.

Durante a ocupação os organizadores do projeto, Franz Manata e Saulo Laudares, irão transferir suas atividades de ateliê para o centro cultural.

As quartas e sextas-feiras serão dedicadas ao The Place, prática desenvolvida pelo duo desde 1998, que consiste em um espaço coletivo de experiências sonoras, onde artistas, pesquisadores, djs, músicos e o público compartilham seus interesses e experiências em torno do som.

Os participantes

Alex Mandarino ▪ Anna Costa e Silva ▪ Bhagavan David ▪ BQVC ▪ Caio Cesar Loures ▪ Carlos Lafert ▪ Felipe Vaz ▪ Gabriel Cavalleiro ▪ πollanda ▪ Jose Hesse ▪ Lara Leal ▪ Leandra Lambert ▪ Leliene Rodrigues ▪ Luisa Puterman ▪ Luiza Porto ▪ Marcelo Mudou ▪ Mila Bartilotti ▪ Nuvem Movel ▪ O Grivo ▪ Pedro Victor Brandão ▪ Ricco Garcia ▪ Savio de Queiroz ▪ Sean Diss ▪ Vivian Caccuri …e segue crescendo…

O projeto

ARTE SONORA é uma prática artística do duo Franz Manata e Saulo Laudares. O projeto – iniciado em 2009, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage – já assumiu diversos formatos: workshops, happenings, podcasts, exposições, publicações, programas de rádio, ações na web e programas de residência e seu conteúdo é disponibilizado, gratuitamente, no: exst.net/artesonora.

Ao longo de seis anos o ARTE SONORA deixou de ser apenas um workshop com happening em seu encerramento e se transformou numa plataforma de pesquisas, ações, gravação de programas sobre o tema para veiculação online com a participação de importantes artistas e pensadores brasileiros, como: Cildo Meireles, Guilherme Vaz, Rodolfo Caesar, o coletivo Chelpa Ferro entre tantos outros…

O duo

Franz é artista, curador e professor, Saulo é artista e DJ produtor e ambos lecionam na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. O duo começou suas atividades em 1996, a partir da observação sobre o universo do comportamento e da cultura da música eletrônica contemporânea e vem realizando programas de residência e participando de mostras, individuais e coletivas, dentro e fora do país.

Panorâmica da sala com trabalhos de Leandra Lambert na Ocupação

Info

Início: Sexta-­feira, 6 de Março, 18h
Visitação até 26 de Abril de 2015, de terça à domingo, das 10h às 18h
Castelinho do Flamengo (Centro Cultural Municipal Oduvaldo Vianna Filho)
Praia do Flamengo, 158
2205 ­0655
contato: exst.net@gmail.com

G1 – Antônio Carlos Miguel:

http://g1.globo.com/musica/blog/antonio-carlos-miguel/1.html

Catraca Livre:

https://catracalivre.com.br/rio/agenda/gratis/arte-sonora-faz-ocupacao-no-castelinho-do-flamengo/

No Brasil:

http://nobrasil.co/ocupacao-sonora-no-rio-coloca-o-som-no-centro-da-questao/

Página do evento:

https://www.facebook.com/events/1638511989705912/

As Três Torres no Castelinho, com som ambiente / Foto de Alex Mandarino

As Três Torres no Castelinho, com som ambiente / Foto de Alex Mandarino

Panorama da sala com trabalhos de Leandra Lambert / Foto de Alex Mandarino

Panorama da sala com trabalhos de Leandra Lambert / Foto de Alex Mandarino

Hypervoid estava aqui, mas vem aí

Desde 2002 mantenho este blog (até dois anos atrás chamado Hypervoid). Aqui eu costumava escrever sobre coisas gerais da cultura pop e da cybercultura, quando ainda fazia sentido chamar tais coisas de cybercultura. Além de abordar quadrinhos, games, literatura, música, tecnologia, subversão, anarquismo, magia, moda e o que mais passasse pela minha cabeça, usava o blog para publicar meus micro-contos e fotos. Tudo continua aqui, é só checar os posts mais antigos. Também foi ótimo para testar plataformas: passei pelo Blogger (brasileiro e americano), MovableType, WordPress (ambos em meu próprio servidor, na época o Bluehost) e outros menos votados. Acabei fixando de vez – ao que parece – no Squarespace. O Squarespace é como a Apple dos criadores de sites. É um jardim fechado, mas tem excelente design, “just works” e não me pede que eu fique perdendo tempo atualizando sistemas, fazendo a manutenção de coisas instalados e pesquisando porque um plugin parou de funcionar. O Squarespace permite que eu me concentre no design e na escrita, Acho que depois dos 40 abrir o capô e mexer no motor perde a graça. 

Quando olhei para o lado, em 2012, o Hypervoid já tinha dez anos e quase nenhum leitor. Os antigos blogueiros e leitores tinham todos migrados para o Facebook e o Twitter. De forma que o bom e velho Hyper mudou de função: passou a se chamar simplesmente “Blog”, dentro de uma página pessoal maior. E passou também a cumprir uma função ao mesmo tempo menos ampla, porém maior. No blog agora falo sobre minhas peripécias como escritor, tradutor e não-músico (conceito ótimo criado por Brian Eno e alvo de um futuro post). Pretendo colocar aqui entrevistas com autores, músicos e artistas que admiro, falar sobre as coisas que venho escrevendo e criando e também sobre as coisas que venho lendo/ assistindo/escutando, sob um outro prisma que não o do resenhista. Os micro-contos e as fotos continuam, claro. 

Já o aspecto “link blog” que acabou me fascinando, por sua rapidez e satisfação estética, terá lugar no meu Tumblr, onde posto imagens e textos sobre as coisas que foram o tema do antigo Hypervoid em seus primeiros dez anos de existência: games, quadrinhos, artes visuais, literatura, tecnologia, fotografia, mágicka, desinformação, notícias, etc. É como falar com um velho amigo de outra forma; como revisitar um pen pal pelo Skype. 

Não esperava ainda estar blogando após doze anos. Mas tem sido uma experiência que reúne os dois aspectos mais importantes em tudo para mim: diversão e variedade. 

E o nome Hypervoid não foi abandonado. Em novembro, ele passa a batizar uma nova etapa em minha vida. Aguardem.

Do alto do penhasco

Acabei de ver que na Amazon americana, na categoria “Crime, Thriller & Mystery in Portuguese“, meu conto do Sherlock aparece em #46, entre Agatha Christie e Stieg Larsson:

http://www.amazon.com/gp/bestsellers/digital-text/8407563011/ref=pd_zg_hrsr_kstore_1_5_last#3

A Aventura do Penhasco dos Suicidas em ótima companhia

A Aventura do Penhasco dos Suicidas em ótima companhia

Update:

O conto subiu do 46º para o 2º lugar da mesma lista:

Update 2: 

 E apareceu pela primeira vez na lista de “Portuguese Language Fiction” (ou seja, fora da listagem separada por gêneros), em #51. Bizarramente, logo na frente de 50 Tons de Cinza:

http://www.amazon.com/gp/bestsellers/digital-text/7588767011/ref=pd_zg_hrsr_kstore_2_5_last#3

http://www.amazon.com/gp/bestsellers/digital-text/7588767011/ref=pd_zg_hrsr_kstore_2_5_last#3

Suicidas no topo

Parece que meu conto policial A Aventura do Penhasco dos Suicidas está em primeiro lugar na lista de best-sellers da Amazon BR, na categoria “antologias de mistério, thriller e suspense”. Yay! 

http://www.amazon.com.br/gp/bestsellers/books/7872832011/

O conto também aparece em 23º lugar na categoria de Contos (Literatura em qualquer gênero) e em 44º lugar na categoria de Crime, Suspense e Mistério. Obrigado, claro, aos leitores.

 

amazon1

Não seja um relógio de pulso

NÃO trabalho de graça. Por motivo algum. Seja em literatura, música, jornalismo, tradução, remoção de entulhos, ridicularização de facínoras (se bem que…). A exceção, claro, são as coisas que faço pessoalmente em meu próprio blog, em sites de amigos ou em esquema “do it yourself”, visando algo maior mais para a frente, em uma estratégia pessoal. Mas se envolve terceiros e se esses terceiros estão ganhando grana, de forma alguma vou trabalhar de graça. Por isso nunca enviei submissions seja de texto, música ou o que quer que seja para diversos lugares que eu sei que “pagam em exemplares” ou “permitem que o autor compre mais barato” (nossa, que bom).

É enorme a quantidade de editoras, gravadoras, sites, veículos de imprensa, boates, festas e outros espertos que acham que o músico, o escritor, o DJ, o fotógrafo, o artista plástico, o designer, não deve ganhar xongas com o seu trabalho. “Ah, mas você vai ter uma ótima exposição do seu trabalho”. Dane-se, sinceramente. Os seguranças da festa e os barmen sempre são pagos. A gráfica e a distribuidora sempre são pagos. O técnico de som do estúdio sempre é pago. O editor tira a sua parte. O dono de gravadora tira a sua parte. Então não me venham com essa de que o escritor/músico/whatever, que é justamente a figura sem a qual não existiria a porra do livro/disco/festa, deve ser o único a trabalhar de graça.

E tenho essa posição por vários motivos: a primeira é que quem trabalha de graça é relógio e mesmo assim ele ganha uma pilha ou corda. A segunda e principal é que trabalhar de graça envia vários sinais. Que seu trabalho não merece ser remunerado. Que você é um amador. Que o trabalho de seus colegas de atividade/arte não merece ser remunerado, por tabela. Que o mundo deve ser utilitarista, um parque de diversões controlado por sub-mecenas que dão esmolas invisíveis. Que seu esforço pessoal e dedicação em se aprimorar devem ser tratados da mesma forma que a casualidade do mero diletante.

Diga NÃO ao trabalho que não te paga. É melhor fazer você mesmo.