"of the poison creosote"

Ontem andando do trabalho para casa consegui amarrar duas linhas soltas da cena final do Tarô, que me incomodavam há anos. Andar sempre faz meu cérebro ter ideias, como se o inconsciente fosse movido a corda. Fiquei feliz com as ideias e por pouco esqueci de anotar assim que cheguei em casa. Felizmente lembrei e já estão nas notas do romance. Estou pensando em passar a usar algum aplicativo de gravação de voz do iPhone para anotar essas ideias enquanto ando. O problema depois vai ser lembrar que elas estão ali, em áudio, e não em um .txt ou alguma parte do Scrivener. O iOS já deveria ter um sistema de arquivos mais aberto e compreensível a essa altura.

Achei que o iCloud Drive fosse resolver isso, mas é apenas mais um serviço da Apple que deixa a desejar, como o iTunes Match, Apple Music, iCloud Mail e tantos outros. Se todos funcionassem azeitados como o Messages e o FaceTime seria ótimo. Mas a Apple sempre foi deficitária nos serviços online, que parecem apenas um hobby para eles, e além disso vem deixando cada vez mais bugs infestarem seus sistemas operacionais. Já vi usuários antigos de OSX gritarem que parece Windows mais de uma vez este mês, o que mostra o quão baixo o Yosemite chegou. Abre o olho, Apple.

Mas, enfim: feliz por ter amarrado de forma satisfatória dois ou três subplots do Tarô que eu ainda achava meio frouxos. Adoro caminhar, se morasse em um local mais verde eu certamente teria mais ideias andando e passeando. Vamos chegar lá.

Ouvindo: a trilha sonora da primeira temporada de True Detective.

Lendo: os vários novos sites que adicionei ao Feedly, em minha peregrinação para fora do Facebook (que site deprê).

yosemitetrail
Vista de uma catarata a partir da Mist Trail, no Yosemite real. Foto © David Fulmer, licensed Creative Commons Attribution.

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Alex Mandarino

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