O fim da era dos superstar DJs?

Espero que sim. Nada menos relacionado com os aspectos mais legais da música eletrônica do que os tais DJs mega-estrelas. Um dos jornalistas de música mais importantes dos EUA, Dennis Romero, concorda. Em sua coluna no LA Times, o crítico detona: “DJs imbecis se deixaram ser aprisionados em armadilhas recheadas de drogas de seu auto-percebido estrelato, egos atiçados por groupies, listas VIP e comentários no MySpace”.

Ouch.

Romero prossegue notando que diversos clubs têm apostado no que ele chama de “atrações pós-DJ”.

Em Dubai, Gilles Peterson, famoso nos anos 90 por seus sets e compilações jazz funk, também criticou seus colegas DJs, principalmente os mais entediados: “Tantos DJs tocam os mesmos sets – DJs famosos, grandes, que tocam literalmente o mesmo set, na mesma ordem exata, por até seis meses a fio. Não sei como ele conseguem fazer isso”, Gilles disse ao Time Out Dubai. “Eu procuro agradar a mim mesmo. Não há nada pior do que um DJ que parece de saco cheio”.

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Alex Mandarino

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