Quadrinhos da Semana (3/11)

ASTONISHING X-MEN 6
Marvel
Texto: Joss Whedon
Arte: John Cassaday

John Cassaday continua brilhante na arte desta revista, mas Joss Whedon cai num certo anti-clímax na conclusão deste seu primeiro arco. A história sofre de um exagero de infodumping nos primeiros dois terços da revista. Ainda assim, um final razoável. A abordagem de Whedon em relação aos X-Men é a clássica e aqui isso não é ruim. Mas algumas idéias inovadoras surgem: o soro capaz de curar os mutantes, por exemplo. Mas falta algo que catapulte as idéias de Whedon para algo além de uma mera homenagem aos X-Men clássicos dos anos 80.
Tá, é Bacana (7 /10)

AVENGERS 503
Marvel
Texto: Brian Bendis
Arte: David Finch.

A conclusão de Avengers Disassembled. Os Vingadores (dezenas deles) ficam várias e várias páginas parados como idiotas, escutando o Doutor Estranho explicar o plot da história para eles. Descobrimos que a responsável por todas as mortes é a Feiticeira Escarlate, enlouquecida após descobrir (ou relembrar) que havia tido um par de filhos anos atrás. Este é um dos piores quadrinhos que já li na vida – e olha que leio quadrinhos desde os 3 anos de idade. os diálogos são ruins e forçados; o plot é inexistente; os personagens se comportam de forma estúpida; e a aparição de Estranho é um conveniente deus ex-machina. O desenho de David Finch é tenebroso e o cara ainda é preguiçoso, reaproveitando os mesmos quadros várias vezes seguidas. Isso nem chega a ser um quadrinho muito ruim: é um fanfic muito ruim. Realmente deprimente. E sabem o que é o pior? Brian Bendis é considerado um “ótimo escritor”. OK, a única história que ele conta há anos no Demolidor não é ruim, mas quando ele sai de lá, faz cagadas como esta saga. Ótimos escritores não são tão instáveis assim e nem seus erros são baixos dessa forma. Disassembled é errada de tantas formas que seria preciso mais espaço e esforço para falar sobre ela, coisas que não estou disposto a conceder a esta tralha. Este é o último número desta revista, que será relançada no mês que vem como New Avengers. Vou dar uma chance de uma edição para Bendis me impressionar – e muito. Caso contrário, vou deixar de resenhar e ler esta série enquanto ele for o “roteirista” (ah, ah).
Fuja Desta Merda (0 / 10)

AVENGERS – EARTH’S MIGHTIEST HEROES 1
Marvel
Texto: Joe Casey
Arte: Scott Kolins

Minissérie em oito edições, contando o que aconteceu entre as cenas mostradas nas primeiras edições de Avengers, por Stan Lee e Jack Kirby. Casey é um bom escritor e claramente ama estes personagens. As cenas novas são inteligentes e acrescentam um toque de tensão e caracterização que enriquece as histórias originais. Várias boas cenas, como o Hulk saltando para longe da Mansão, envergonhado por não conseguir assinar seu nome. Não gosto do estilo de Kolins, mas sua arte aqui é surpreendentemente funcional e adequada, com bons momentos. Nada demais, mas uma obra-prima perto da fase horrenda em que os Vingadores estão agora.
Muito Legal (8 / 10)

CAPTAIN AMERICA AND THE FALCON 9
Marvel
Texto: Priest
Arte: Jack Jadson

Muita intriga, cenas de tensão e boa caracterização… numa trama pra lá de complicada e que já deveria ter terminado. Diabos, estamos no número 9 e pouca coisa se resolveu até agora. Este era o principal problema de Christopher Priest (agora apenas Priest) em Black Panther e The Crew e ele permanece nesta série. Boas histórias, que se arrastam por edições demais. E Jack Jadson não é uma boa escolha para artista fill-in: falta personalidade e ele não atrai o interesse do leitor para a história, que a esta altura já deixou de ser interessante e ficou chata.
Tá, é Bacana (6,5 / 10)

DEMO 11
AiT/Planet Lar
Texto: Brian Wood
Arte: Becky Cloonan

Eu adoro os trabalhos anteriores de Brian Wood, mas não estou conseguindo gostar desta série. OK< o design de Wood continua ótimo; as capas, contracapas e diagramação das páginas surpreendem. Mas, no fim das contas, apesar de uma proposta indie, Demo continua sendo uma história de super-heróis e o sense of wonder aqui é zero. Super-heróis e a chatice e o vazio da realidade são auto-excludentes. Como resultado, você não consegue se importar com o que acontece com nenhum dos personagens. Demo parece tentar desesperadamente soar cool e modernamente pop. Como essa claramente não era a intenção de Wood, algo deu errado. Indie e chata demais para ser pop e interessante; super-heroística demais para ser um bom quadrinho indie. Um híbrido mal-sucedido. E, OK, deixando o hype de Brian Wood e Larry Young de lado, Becky Cloonan continua sendo mais uma desenhista americana que imita mangá, no fim das contas. Bom, não vejo a hora disso acabar e Brian Wood voltar com um novo Channel Zero ou Couriers.
Só Para Fãs (6 / 10)

DETECTIVE COMICS 800
DC
Texto: Andersen Gabrych
Arte: Pete Woods

Coube a Gabrych amarrar as pontas soltas da saga War Games. E até que ele faz isso de forma razoável, dadas as condições. Resumindo: Barbara Gordon e seu pai, o Comissário Gordon, estão partindo de Gotham. Os vigilantes mascarados foram proibidos peloa polícia e essa é a deixa para que todo o elenco do universo de Batman também deixe a cidade (Robin, Caçadora, Batgirl, etc). Batman está novamente sozinho em Gotham, sem sidekicks e sem Oráculo e novamente perseguido pela polícia, como na época de Ano Um. Até que é um setup interessante e que ao menos pode render boas histórias. Aqui, Gabrych mostra o morcego enfrentando o Chapeleiro Louco e uns traficantes de heroína da Yakuza. Nada demais, mas funciona. A história de backup é de David Lapham (texto e desenhos), o cara que escreve a sensacional série Stray Bullets e que a partir da próxima edição será o novo roteirista de Detective Comics. O problema é que, se esta história curta for um sinal do que vem por aí, estamos mal. Que coisa pretensiosa e insuportável.
Só Para Fãs (5 / 10)

FALLEN ANGEL 17
DC
Texto: Peter David
Arte: David Lopez

Putz, este arco está cada vez melhor. Fallen Angel enfrenta um dos emissários da Hierarchy, o misterioso grupo que controla a cidade de Bête Noire. E Shadow Boxer faz a maior merda de sua vida, alterando o rumo da gravidez de Lee (Fallen Angel) e da revista como um todo no cliffhanger mais inesperado do ano. Uma série sensacional. O número que vem – 18 – seria o último, graças às baixas vendas, mas a reimpressão e distribuição gratuita do número 1 e uma campanha promovida pelos blogs de quadrinhos garantiu uma inesperada subida nas vendas, de última hora. Os TPBs chegaram a vender 30% a mais. Ótima notícia. Peter David e esta excelente revista merecem mais uma chance. A chance é pequena (a DC vai lançar mais duas edições, 19 e 20, e esperar que as vendas aumentem para continuar a revista), mas já é alguma coisa. Compre já.
BUENO EXCELLENTE! (10 / 10)

HULK AND THING: HARD KNOCKS 3
Marvel Knights
Texto: Bruce Jones
Arte: Jae Lee

Duas perguntas: o que acontece com Jae Lee que ele só escolhe projetos furados para desenhar? E o que acontece com Bruce Jones, que de excelente roteirista nos anos 80 virou esse picareta chato atual? Jones tenta soar esperto e fazer diálogos modernos e acaba apenas parecendo seu pai tentando dançar break. Hulk e Coisa batem papo no deserto e até que existe uma boa idéia por trás de tudo (a barra-pesada que é ser um monstro como o Coisa e o Hulk). Mas uma boa idéia que poderia muito bem ter gerado uma edição especial, não uma minissérie em quatro partes). Juntamente com o último ano da revista do Hulk, esta mini é uma triste despedida desta volta de Jones à Marvel. Só resta torcer para que seus próximos projetos, desta vez pela Vertigo, sejam melhores e lembrem seus bons tempos.
Só Para Fãs (6 / 10)

JLA CLASSIFIED 1
DC
Texto: Grant Morrison
Arte: Ed McGuinness

A volta dos Ultramarines! A destruição da cidade de Kinshasa! Gorila Grodd em atos de canibalismo! Gorilas voadores com pistolas lasers. Batman e seu “armário sci-fi”. O laboratório da LIga da Justiça em Plutão. O micro-universo cúbico de Qwewq! Em duas páginas desta edição há mais coisas acontecendo que em dez revistas escritas por Warren Ellis ou Brian Bendis. Em um mercado editorial onde a última tendência é o desleixo no plot e a preguiça de idéias disfaraçada de “descompressão”, é um alívio e um verdadeiro Prozac ler esta história. É a volta de Morrison à sua JLA, na estreía desta revista que conterá histórias da Liga da Justiça em um rodízio de autores. Morrison e McGuinness (Deadpool) estréiam o título em altíssimo nível. Na clássica pergunta de Batman para Alfred, na Bat-Caverna: “Meu disco voador já veio da fábrica?”.
Excelente (9,5 / 10)

SLEEPER – SEASON TWO 5
Wildstorm
Texto: Ed Brubaker
Arte: Sean Phillips

Uma edição atípica, onde o agente Lynch lembra uma antiga missão onde tudo deu errado e sua infeliz relevância para a atual situação. Brubaker dá uma acelerada no plot – e em boa hora. Os desenhos de Sean Phillips, como sempre, estão ótimos. Boas idéias, mas fica sempre aquela impressão de que esta série seria bem melhor se não tivesse lugar no “universo Wildstorm”.
Tá, é Bacana (7,5 / 10)

SWAMP THING 9
Vertigo
Texto: Joshua Dysart
Arte: Enrique Breccia

Trazer o Monstro do Pântano de volta se revelou uma péssima idéia desde o início. A série original, imortalizada por Alan Moore, teve um final brilhante, arquitetado por Grant Morrison e Mark Millar. Não precisavam ter ressuscitado a revista. E parece que não há quem dê jeito nisso: Andy Diggle, ótimo roteirista de The Losers e Adam Strange, falhou nas primeiras edições desta nova série. O arco anterior, por Will Pfeiffer, também primou pelo tédio. E a chegada do novo escritor, Joshua Dysart, nesta edição, põe fim de vez às minhas esperanças. Após quase três décadas, não há mais nada que garanta o interesse em Alec Holland, Abby Cable e Tefé. Chega. Nesta sua primeira edição nos roteiros, Dysart enrola e enrola com cenas de lesbianismo barato entre Tefé e sua amiga de escola, cenas de psicodelia de boteco e trechos óbvios passados no inferno, tudo isso para… trazer de volta Anton Arcane. Não!!!!!! Arcane voltando do inferno para atazanar Abby e o Monstro é uma idéia que já tinha sido feita até a morte ainda na série original, o que dirá agora. Enfim, com esta edição estou deixando de ler e resenhar esta revista, que fatalmente não vai durar mais muito tempo. Não há mais nada de novo a ser feito com estes personagens e estes conceitos. A época do Swamp Thing passou. Deixem o personagem em paz. Uma pena que o sensacional e lendário Enrique Breccia seja desperdiçado nesta bomba. E, putz, esta revista ainda tem cajuns falando com aqueles “sotaques bizarros de estrangeiros de quadrinhos”. Façam-me o favor, né?
Uma Porcaria (4 / 10)

SYLVIA FAUST 2
Image
Texto: Jason Henderson
Arte: Greg Scott

Esta minissérie em quatro partes é algo tão offbeat e estranho que fica interessante. Sylvia Faust é uma princesa de outra dimensão mística obrigada a viver neste nosso planetinha. A idéia é manjada, mas rende bons momentos, graças à esquisitice do plot de Jason Henderson (da recente minissérie Sword of Dracula) e aos desenhos de Greg Scott, totalmente diferentes de qualquer estilo em voga nos quadrinhos atuais. Não é brilhante, mas um sopro de revigorante personalidade, com bons diálogos e momentos que oscilam entre o divertido e o freak.
Tá, é Bacana (7,5 / 10)

THE INTIMATES 1
Wildstorm
Texto: Joe Casey
Arte: Giuseppe Camuncoli

Nova tentativa de Joe Casey de introduzir novo fôlego ao combalido e repetitivo gênero dos quadrinhos de super-heróis. Se em Wildcats 2.0 ele lançou mão de plots envolvendo corporações e em Automatic Kafka foi mais experimental, em Intimates ele tenta ser absurdamente pop. Uma escola para super-heróis novatos é a ambientação e tudo parece que vai girar em torno dos alunos e professores. Casey disse que aqui quer utilizar a lógica dos sitcoms: você poderá ler qualquer edição e entender o que está acontecendo, mesmo sem conhecer os personagens. Ele e Camuncoli também introduzem novas formas de informar os leitores: há uma enorme quantidade de informação a cada página, através de recordatórios que mais parecem banners de sites ou anúncios de produtos (“Special Origin Flashback! Destra has a summer romance”). Funciona em metade das vezes, mas em outras fica parecendo forçadamente “cool”. E, como efeito colateral, a ironia acaba deixando os personagens um tanto distantes. Vamos ver se Casey se acerta nas próximas edições, há potencial aqui. E, por favor, que troquem de letrista; letras brancas sobre fundo amarelo em alguns recordatórios não são uma boa idéia. Fica ilegível.
Tá, é Bacana (7,5 / 10)

THE QUESTION 1
DC
Texto: Rick Veitch
Arte: Tommy Lee Edwards

Minissérie em seis partes, trazendo de volta Vic Sage, o Questão. Sage está de partida para Metropolis e ele aparentemente aprendeu técnicas de xamanismo. Na verdade, Sage se tornou uma espécie de xamã urbano: ao invés de observar as montanhas e lagos, ele observa os sinais da cidade. Na primeira parte da história, ele decifra vários sinais deixados por Chicago, utilizando estes sinais em sua cruzada vigilante como Questão. A idéia é interessante e Rick Veitch (que escreveu o Monstro do Pântano após a saída de Alan Moore e fez um excelente trabalho) segura a onda dessa idéia, não deixando que ela se torne ridícula. Ele ainda utiliza boas frases durante os momentos mais urbano-xamânicos, emulando o estilo de Allen Ginsberg em Uivo. A edição termina com Sage chegando à hiper-tecnológica cidade de Metropolis e só nos resta imaginar que sinais bizarros a terra de Superman e Lex Luthor vai mostrar para ele. O desenhista Tommy Lee Edwards é um velho favorito meu e aqui ele parece ter – acertadamente – deixado de lado seu tom mais sombrio e cinza em prol de algo mais colorido e pop. Um começo promissor e interessante.
Muito Legal (8 / 10)

TOE TAGS 2
DC
Texto: George Romero
Arte: Tommy Castillo

O primeiro número já foi meio indigesto, ainda que interessante, mas desta vez a salada impera. Numa tentativa de trazer algo de novo à velha história de “zumbis tomam a cidade”, Romero acaba misturando alhos com bugalhos. Aos zumbis se somam um elefante de estimação, um relacionamento amoroso conturbado e outros toques que, ao invés de deixar a história original, a fazem perder o foco. Esta segunda edição é tão chata e sem sentido que a partir da metade passei meio que a apenas folhear. Use melhor seu tempo assistindo à Dawn of the Dead ou Extermínio. Ou, claro, a um dos filmes de Romero, que como roteirista de quadrinhos é um bom cineasta. Mais uma que sai da lista de resenhas.
Só Para Fãs (4,5 / 10)

TOMB OF DRACULA 2
Marvel
Texto: Robert Rodi (sobre roteiro original de Bruce Jones)
Arte: Jamie Tolagson

Com esta série, acontece o oposto: esta segunda edição é mais interessante. Claro, a primeira edição teve a inevitável apresentação dos novos personagens, etc. Aqui a coisa começa a deslanchar e até mesmo o desenho de Tolagson me pareceu mais competente. Blade e seu novo grupo de caça-vampiros (os personagens são meio clichês, mas justamente por isso acabam funcionando) chegam à Romênia e são atacados por uma horda de vampiros. Felizmente, parece que Rodi vai fazer as coisas andarem rápido por aqui. Me convenceu a ficar por mais algumas edições. Há o risco de algo bem legal acontecer nesta série, vamos ver.
Tá, é Bacana (7,5 / 10)

Y – THE LAST MAN 28
Vertigo
Texto: Brian K. Vaughan
Arte: Pia Guerra

O plot finalmente começa a avançar, a exemplo da última edição. Ao que tudo indica, o amuleto de Yorick era mesmo o que o impédia de ser contaminado pela praga que deu cabo de todos os homens do planeta. Entram em cena um grupo de mulheres neo-islâmicas, que acreditam que praga foi causada por uma antiga jóia ligada a Helena de Tróia, que teria sido amaldiçoada por Zeus em pessoa. Como esta se´rie não é Sandman, os deuses fatalmente não terão nada a ver com isso. Bom cliffhanger, com a chegada à cena de Hero, irmã de Yorick. Esta série está voltando a engrenar, o que é bom. E os desenhos de Pia Guerra são muito interessantes, em prol da narrativa.
Muito Legal (8 / 10)

IDENTITY CRISIS 6 (lançada no dia 10/11)
DC
Texto: Brad Meltzer
Arte: Rags Morales

Tim Drake encontra seu pai assassinado, ao lado do corpo do Capitão Bumerangue. Bom, a única coisa interessante em Tim como Robin era justamente que ele fugia desse esquema “meus pais foram assassinados e sou um sujeito vingativo”, como os anteriores. Agora ele é só mais um Robin. Isso é típico dessa série, que tira vários elementos legais do universo DC sem acrescentar NADA em troca. De quebra, duas “revelações chocantes” (táticas baratas de choque SÃO esta série): o assassino talvez seja Ray Palmer, o Eléktron; e Batman também foi lobotomizado pela Liga da Justiça. Oliver Queen justifica as lobotomias dizendo que “temos que proteger nossas famílias”. Bom, não é como se alguém tivesse obrigado esses caras a serem super-heróis. Eles agem assim porque querem e, portanto, o risco das famílias não é uma justificativa para lobotomizar pessoas (como se existisse alguma). E logo Oliver Queen. Desde quando Queen é um reacionário que auto-justifica absurdos de direita? Para piorar, Meltzer afunda ainda mais no estilo cafona de escrita que lhe é tradicional: “oh, os meus filhos, a minha família, o perigo, meus entes queridos, oh, meu marido”. Cafona, barato, mal-escrito e desesperado como, sei lá, uma letra do Kenny Rogers. Essa saga é a piada do ano, ao lado de Avengers Disassembled e da Gwen Stacy retro-puta de Sins Past, em Amazing Spider-Man. Pfffff.
Uma Porcaria (1 / 10)

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Alex Mandarino

3 Comments

  1. Não podiam fazer isso com o Alec. Nào podiam!

    Sempre gostei do Questão. Ele e o Arqueiro Verde são dos poucos personagens sem poderes que eu gosto.Posted by Anônimo Veneziano at 11:01 Friday December 12, 2004

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