Quadrinhos da Semana (13/10)

Bom, me esforçando para manter as resenhas menores, como eu prometi na primeira semana. E tá atrasado; esses são os quadrinhos que saíram na outra quarta-feira, 13 de outubro. Então vamos rapidinho:

BULLSEYE’S GREATEST HITS 2
Marvel
Texto: Daniel Way
Arte: Steve Dillon

Mercenário está preso em algum treco de segurança máxima, após se envolver com o roubo de ogivas nucleares em um base militar no Alaska. Boa caracterização por parte de Daniel Way, mas a coisa toda talvez seja um pouco lenta. É interessante ver o Mercenário contar fatos de sua infância er adolescência, mas ainda mais divertido é ver como ele manipula facilmente os agentes federais com quem está falando. Enfim, nada demais, mas um quadrinho até agora competente e com bons personagens. Claro, a arte de Steve Dillon é sensacional como sempre. Talvez seja o desenhista que torna seus personagens mais facilmente reconhecíveis (o cara realmente sabe desenhar rostos). Não acontece muita coisa nestes dois primeiros números desta mini em quatro partes, mas a caracterização compensa.
Tá, é Bacana (6,5 / 10)

CAPTAIN AMERICA 32
Marvel
Texto: Robert Kirkman
Arte: Scot Eaton

É o último número da série atual, antes do novo número 1 e da nova fase, a cargo de Ed Brubaker. Atenção, spoilers: o número anterior terminava com o Caveira Vermelha quebrando o pescoço de Diamondback (Cascavel, a ex-vilã e ex-namorada do Capitão). Parece que Kirkman estava apenas tirando um sarro com a chata e tradicional idéia do “assassinato da namorada do herói”. Nesta edição, é revelado que o tempo todo não era a Cascavel, mas um daqueles robôs hiper-realistas da SHIELD (o próprio robô achava que era a legítima Cascavel). Parece absurdo, mas funciona bem no contexto da história e foi uma boa surpresa. A luta do Capitão com o Caveira Vermelha literalmente põe abaixo o prédio onde morava a Cascavel, em boa sequência de ação. Os desenhos de Scot Eaton (que desenhou o Monstro do Pântano no início dos anos 90) são competentes. Uma boa edição, mas que traz aquela sensação de que estão apenas matando o tempo antes do relaunch, no mês que vem. A incongruência cronológica envolvendo a saga Disassembled, em Avengers, também não ajudou Kirkman. Contando isso e o que está acontecendo no título escrito por Christopher Priest, Captain America and the Falcon, é simplesmente muita coisa ao mesmo tempo para um só personagem.
Tá, é Bacana (6,5 / 10)

DEMO 10
AiT/Planet Lar
Texto: Brian Wood
Arte: Becky Cloonan

Confesso que não tenho me impressionado muito com esta minissérie em 12 partes até agora. É um bom quadrinho, mas nada que chege aos pés da genialidade mostrada por Brian Wood no já clássico Channel Zero. Os contos (são histórias auto-contidas em cada edição, com personagens diferentes) têm sido interessantes, mas é um trabalho menor do Wood. Os desenhos de Becky Cloonan são muito bons, uma mistura da sensibilidade do quadrinho indie com o mangá, funcionando perfeitamente bem em relação ao roteiro. Nesta edição, o detalhe insólito é que nenhum dos personagens sequer tem superpoderes, o que meio que contradiz a premissa da série (adolescentes com superpoderes no “mundo real”). Mas é uma boa história, que deve muito mais aos desenhos de Cloonan do que ao roteiro de Wood, que aqui parece emular os quadrinhos Marvel. Até certo ponto é esta mesmo a premissa da série, mas fica a sensação de que estamos vendo uma mistura de gêneros que às vezes soa meio forçada ou auto-consciente demais de suas qualidades “cool”. Espero que Brian Wood volte logo a desenhar e, principalmente, a fazer o que sabe melhor: grupos de outsiders SEM superpoderes envolvidos.
Tá, é Bacana (7 / 10)

MARVEL KNIGHTS SPIDER-MAN 7
Marvel Knights
Texto: Mark Millar
Arte: Terry e Rachel Dodson

O principal problema deste título é a redundância. Já existem Amazing Spider-Man e Spectacular Spider-Man, então não há motivo para um terceiro título, ainda kais pelo selo Marvel Knights. Na prática, não precisava ser de outro selo, já que o tom em geral é parecido com o das revistas normais do Aranha. O problema é que Mark Millar é um escritor limitado e sua bolsa de truques parece estar se esvaziando: as primeiras duas ou três páginas têm piadas baratas e aí então finalmente entramos no plot (têm sido assim esta série em geral). Na edição anterior, vimos que Eddie Brock havia virado um homem religioso e estava leiloando o seu simbionte para o supervilão que pudesse pagar mais. Agora, descobrimos que quem comprou Venom foi o neto do mafioso Fortunato (do arco envolvenmdo Jimmy Six, uma das coisas mais insuportavelmente chatas da fase de Howard Mackie no Aranha). Ele, claro, vai e ataca Peter Parker, aparentemente porque é isso que o Venom faz. Os desenhos dos Dodson seguem a linha do Adam Hughes e são legaizinhos, mas TODAS as mulheres têm a mesma cara e eles simplesmente não conseguem desenhar o rosto de Peter Parker. Uma série que peca pelo tédio e pela sensação de que nada do que está acontecendo é real, mas simplesmente “faz parte do plot de Mark Millar” (por exemplo, para quem está arruinado financeiramente, Parker e Mary Jane não param de falar no celular e de ir jantar fora. Se não melhorar, vou parar de ler e resenhar esta série, como já fiz com Spectacular Spider-Man (tramas requentadas de Paul Jenkins e desenhos de um dos artistas que eu mais detesto, Humberto Ramos).
Só Para Fãs (5,5 / 10)

DISTRICT X 6
Marvel Knights
Texto: David Hine
Arte: Mike Perkins

“Então é isso?”. É o que você pensa ao ler a conclusão do primeiro arco de District X. A série começou muito boa, com uma premissa interessante: os policiais que fazem a ronda em Mutant Town, o gueto mutante de Nova York (entre eles Bishop, que felizmente não é o único protagonista da série e não usa mais aquele ridículo cabelo em forma de pirâmide). Na edição anterior, achei esquisito que um dos principais problemas do arco, os poderes do menino mutante que secretava drogas psicodélicas pela pele, tivessem sido eliminados de maneira tão fácil. Mas deu pra engolir. Desta vez, todos os plots se resolvem de forma tão rápida e fácil que você se pergunta qual era o grande problema deles em primeiro lugar. A guerra de quadrilhas se resolve em duas páginas de tiroteios, metade deles off-panel. As motivações de Mr. M mudam radical e implausivelmente, de salvador a destruidor de Mutant Town. Uma pena, mas David Hine (que é um escritor bem razoável) parece ter perdido o fio da meada e a história se resolve de forma muuto insatisfatória. A inclusão de um artista fill-in, Mike Perkins, justamente no capítulo final do arco, também não é promissora (é o segundo fill-in em apenas seis edições desta revista). Mas, como começou bem, vou dar uma chance ao segundo arco e ao roteirista David Hine.
Só Para Fãs (5,5 / 10)

IRON MAN 89
Marvel
Texto: Mark Ricketts
Arte: Scott Kolins

A conclusão do tie-in com a saga Disassembled e o último número desta fase da revista, que mês que vem ganha novo número 1 e roteiros de Warren Ellis. Mark Ricketts é um roteirista bem fraco e, no fim das contas, este arco em quatro partes serviu apenas para encher linguiça enquanto Disassembled acontece em Avengers. E, claro, para matar Rumiko, a ex-namorada japonesa de Stark (e um dos personagens mais divertidos apresentados na fase de Kurt Busiek na revista). Enfim, “oooh, mais uma namorada de super-herói perde a vida”. Esse é um artifício que já ficou realmente cansativo e, francamente, meio misógino. Chega disso, que saco. Bom, desta vez não precisamos sofrer com o péssimo Homem de Ferro desenhado por Tony Harris (que parece ter reservado seu estoque de qualidade para a revista Ex Machina), pois esta edição é desenhada por Scott Kolins. De qualquer forma, parte do problema permanece, porque a atual armadura é realmente muito feia e pouco prática, parecendo um mecha. Stark aqui faz um novo restart, ao afirmar publicamente que não agirá mais como Homem de Ferro, mas que “alguém vai continuar usando a armadura”. Com isso, a Marvel e Ricketts esperam que a gente engula que o Homem de Ferro tem novamente uma identidade secreta. Tá bom. De qualquer forma, a culpa não é só de Ricketts, mas do crossover em si. Afinal, esta é a última edição do arco, mas não explica porque Stark agiu como um bêbado (sem ter bebido) na Assembléia Geral da ONU. Essa explicação, claro, fica para Brian Bendis e a última edição de Avengers Disassembled. O próprio Stark, no final da história, diz para Happy Hogan que “isso é algo que não será contado por ele”. Descartável.
Só Para Fãs (4,5 / 10)

SHE-HULK 8
Marvel
Texto: Dan Slott
Arte: Juan Bobillo

A Mulher-Hulk é convocada pelos Magistrati, os juristas cósmicos que servem ao Tribunal Vivo, para agir temporariamente como “advogada de questões intergalácticas”. Isso já rendeu situações hilárias na edição passada e aqui vemos Jennifer Walters tentando derrotar, na base da porrada, o Campeão (um dos Anciões do Universo, que ostenta a gema do Poder em sua testa). O problema é que o Campeão já mandou para a lona (literalmente, já que a disputa é num ringue de boxe) pesos pesados como o Surfista Prateado, Adam Warlock, Gladiador (da Guarda de Shi’ar), Bill Raio Beta e Drax, o Destruidor. O texto de Dan Slott é genialmente hilário e Juan Bobillo é a grande revelação desta série. O sujeito desenha os caras mais cósmicos da Marvel de maneira totalmente nova e casual e acompanha à perfeição o tom de farsa do texto. She-Hulk, nesta nova versão da revista, é um dos melhores títulos que a Marvel publica atualmente. Hilário, refrescante e inovador, como a primeira fase da já clássica Liga da Justiça de Keith Giffen e J.M. DeMatteis. Mais do que recomendo. Só é uma pena que esta, ao que parece, seja a última edição de Juan Bobillo na revista (o cara será substituído por Paul Pelletier, que também é bom, mas não tem um estilo tão hilariamente bizarro).
Muito Legal (9 / 10)

EX MACHINA 5
Wildstorm
Texto: Brian K. Vaughan
Arte: Tony Harris

Não acontece muita coisa nesta edição, mas Ex Machina se mantém como um título sólido e divertido, graças ao texto de Brian K. Vaughan (o cara ainda se atreve a falar de arte moderna e performances em um quadrinho de super-heróis – e de forma legal) e ao bom traço de Tony Harris, que aqui mostra a genialidade presente em seu antigo Starman. Os diálogos são engraçados e plausíveis e o ritmo é muito bom. Nesta edição, o prefeito de Nova York, Mitch, finalmente descobre quem estava por trás dos ataques terroristas mais recentes. E a revelação é bombástica, com ecos de Columbine. Uma ótima série, mesclando super-heróis a tópicos mais reais do que “o novo plano de Lex Luthor”, mas sem soar forçadamente “realista” ou dark. A revista entra em um hiato temporário e retorna em poucos meses (Ex Machina só é mensal enquanto dura um arco de histórias).
Muito Legal (8,5 / 10)

FALLEN ANGEL 16
DC
texto: Peter David
Arte: David Lopez

Nesta edição ficamos sabendo mais um pouco sobre o passado de Shadow Boxer, o misterioso capanga do Magistrado. Lee, é claro, escapa do atentado à bomba sofrido pela escola em que trabalha – e vai atrás de vingança como a Fallen Angel. Mas parece que o Magistrado e Shadow Boxer não estão por trás da coisa toda. Para deixar a situação ainda mais confusa, descobrimos que Lee está grávida do Magistrado, o que muda toda a cena. Uma série intrigante, bem escrita, com bons personagens e que você não está lendo não sei por quê. O melhor: se passa em Bête Noire, cidade esquisitíssima que reflete todos os acontecimentos do planeta, como em uma teia. Um título à parte na linha atual da DC.
Muito Legal (9 / 10)

GOTHAM CENTRAL 24
DC
Texto: Greg Rucka
Arte: Michael Lark

Conclui a história em duas partes Corrigan e tem cenas sensacionais. A detetive Renée Montoya enfia a porrada em policial legista, em uma briga de bar. Tudo isso para tentar salvar a pele de seu parceiro, que está sendo injustamente acusado de matar sem razão um supervilão (o Black Spider) durante uma ação de rotina. As sequências de Montoya com sua namorada também são lidadas de forma muito legal por Rucka, com naturalidade e realismo. Um excelente quadrinho policial, que aqui neste arco mais curto encontra uma bem-vinda parada para tomar fôlego. Felizmente, é o único título ligado ao Batman que não está participando do extremamente ridículo crossover War Games, que tem me afastado de todas as outras revistas do morcego, por enquanto. E é desenhado por Michael Lark (Terminal City), um dos meus artistas favoritos, que nestas duas edições adotou um estilo mais solto, com ecos de Gene Colan.
Muito Legal (9 / 10)

MARVEL KNIGHTS 4 – 11
Marvel Knights
Texto: Roberto Aguirre-Sacasa
Arte: Jim Muniz

Outro título que, assim como o Spider-Man de Mark Millar, peca pela redundância. Não há motivo para um segundo título do Quarteto Fantástico, principalmente quando o título principal, Fantastic Four, está em tão boa fase a cargo de Mark Waid. Sem falar que, cronologicamente, os dois títulos não fazem o menor sentido quando colocados lado a lado. Mas isso seria até perdoável se 4 fosse bom. Não é. E tem piorado a olhos vistos. Jim Muniz é um bom desenhista, mas o problema é Aguirre-Sacasa não dá nada de interessante para o sujeito desenhar. As histórias são toscas, com os personagens reagindo de maneira totalmente out-of-character e, pior, não fazendo nada. É o Quarteto Fantástico e, enquanto Nova York vai pras picas, eles ficam batenbdo papo pelo celular? Ah, não tenho mais pacioência para quadrinhos de super-heróis que se comportam como personagens de sitcom, como se a Marvel tivesse ficado sem grana para os efeitos especiais. Bom, nesta edição continuamos vendo os efeitos do ataque do Psico-Homem à NOva York mas, fora isso, nada acontece. O Quarteto não faz absolutamente nada além de andar pra lá e pra cá (Reed nem sequer sai do Edifício Baxter) e falar pelo celular. Vou ler a próxima edição, que encerra este arco (ao que parece matando gratuitamente o Psico-Homem, um dos vilões mais interessantes do Quarteto) e depois disso estou fora deste título. Que coisa mais chata, parada e infestada de personagens que falam sem parar e agem de maneira estúpida.
Que Meleca, Hein? (2 / 10)

THE PUNISHER 12
Marvel Max
exto: Garth Ennis
Arte: Leandro Fernandez

É a conclusão da história Kitchen Irish, que mostra uma guerra entre várias gangues da máfia irlandesa em Nova York pelos espólios e misteriosa fortuna deixada por um velho mafioso recém-falecido. Frank Castle, está no meio disso tudo, aproveitando para jogar os bandidos uns contra os outros até poder matar todos eles no final. A história é legal e os desenhos de Leandro Fernandez são muito bons, na linha realista seguida por figuras como Lee Weeks (que eu adoro quando bem-aplicada). Mas Garth Ennis não consegue fazer deste Justiceiro do selo Max algo tão interessante como era seu Justiceiro do selo Marvel Knights. Até entendo que o cara tenha se cansado da abordagem mais humorística e absurda e tenha preferido passar a fazer um Punisher mais sério, realista e adulto, mas ele não precisava ter extirpado TODO o senso de humor da série. The Punisher está sério e dark demais e, pior: está sem graça. As situações não despertam muito o interesse, apesar do plot em geral ser inteligente e bem escrito. Enfim, falta algo nesta série.
Tá, é Bacana (7 / 10)

TOM STRONG 29
ABC
Texto: Ed Brubaker
Arte: Duncan Fegredo

Começa aqui a história em duas partes escrita por Ed Brubaker. E começa bem. Tom Strong e sua filha Tesla vão até os Andes, onde – bizarramente – se deparam com uma pirâmide maia, ao invés de inca, como era de se esperar. Um antigo inimigo de Strong está na pirâmide, tentando unir dois antigos artefatos que o tornarão superpoderoso. Após algumas situações típicas de Indiana Jones ou Lara Croft, Tom e Tesla capturam o vilão, mas ele consegue usar os tais artefatos antes disso. Aparentemente nada muda, até as páginas finais, quando Tom – e o leitor – finalmente descobrem o que mudou e porque este arco se chama A Terrível Vida Real de Tom Strong. O desenhista Duncan Fegredo está genial e aqui adota um estilo diferente, mais limpo e clean, parecido com o de Chris Sprouse, desenhista original desta série. Até o final, quando ele volta a ser o mesmo Fegredo de Enigma e outras séries da Vertigo (a vida real de Tom Strong deve ser mesmo terrível, pelo que sugerem os desenhos desta parte final). Um começo poderoso, com Brubaker e Fegredo em plena forma (e surpreendendo ao lidar de forma tão competente com um personagem e um gênero tão distantes do que os dois estão acostumados a fazer).
Muito Legal (9 / 10)

WARLOCK 2
Marvel
texto: Greg Pak
Arte: Charlie Adlard

A primeira edição desta série não me deixou uma impressão muito agradável e esta segunda edição é a que expele de vez esta revista da lista de títulos “resenháveis”. Ap que parece, Warlock se passa em uma realidade onde não existem super-heróis, não no universo Marvel. O Enclave, aquele trio de cientistas, quer criar um “super-herói” para dominar o mundo e impôr a ele uma ditadura utópica, sem problemas ecol´pogicos, pobreza, fome, guerras, etc. Você já viu isso antes. O problema é que a revista exala um total desprezo pelo gênero super-herói (na edição anterior, um quadro com o Warlock original, de Jim Starlin, era usado como exemplo de “design errado” para o que os caras queriam fazer (o tal “salvador”). O texto de Greg Pak é insuportável, cheio de clichês e pretensões que nunca se realizam. Todos os personagens são antipáticos e a ambientação é extremamente implausível. Ironicamente, mais implausível do que as space operas setentistas que Pak pretende sacanear. O que nos faz pensar: se é para criar algo tão diametralmente oposto ao original, pra que usar a imagem e o nome de Warlock e não simplesmente criar algo novo? Do jeito que isto é feito (a mesma coisa aconteceu na nova e já cancelada revista do Silver Surfer), não agrada a ninguém: nem aos novos fãs, nem aos fãs do Warlock, nem ao tal “leitor casual”. Duvido que passe do número 10. Uma pena que o excelente desenhista Charlie Adlard esteja sendo desperdiçado nesta titica.
Que Meleca, Hein? (1 / 10)

Esta semana teve ainda os lançamentos de Rex Mundi 12 e 100 Bullets 54, mas estou atrasado na leitura destas séries. Por isso, Rex Mundi 12 só aparece na próxima leva de resenhas (100 Bullets vai demorar mais um tempo, já que estou láááá atrás).

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Alex Mandarino

5 Comments

  1. Ontem estive na FNAC BarraShopping, a minha DC++. Sai cansado do estado atual das revistas em quadrinhos. Alem de uma queda brutal de qualidade, tem a superproduçào e o envelhecimento de personagens. Lendo tuas resenhas essa impressão só é reforçada. Tou enjoando…Posted by Anônimo Veneziano at 9:38 Saturday November 23, 2004

  2. hey hey c’ma! c’ma!

    Está faltando algumas Prometheas aki e acolá, We3, Seaguy (vou te falar que não curti muito a aventura do nosso amigo marinho), talvez umas ressalvas sobre Os Invisíveis (por que não?), Flex, Transmetropolitan etc etc…

    E que que pegou com a maravilhosa Brainstore afinal de contas?

    Cara vou te falar que é mto loko que vc tá fazendo aki. Mas eu não teria saco pra ficar lendo todas essas (putz só volto pro universo marvel de vez em quando, ao conhecer o autor… a ultima foi com o Morrison).Posted by M.A. Lobato at 18:12 Saturday November 23, 2004

  3. Grande Lobato! We3 vai pintar por aqui ainda este mês, com o lançamento do número 2. Promethea já tem um tempo que não sai, mas assim que um novo número sair vai estar resenhado, com certeza. A idéia por enquanto é resenhar só os lançamentos, pra não ficar muita coisa. Mas penso em fazer uns textos maiores sobre determinadas séries lá pro HyperPOP (o site, não a newsletter, que acabou).

    O lance com a Brainstore foram questões de grana, acho. Eles ainda existem (em teoria), mas vão se dedicar a lançar só TPBs. As séries mensais foram definitivamente canceladas (inclusive Invisíveis, o que é uma pena).

    Eh, eh, eu gosto dos personagens da Marvel. Mas tem coisa que só consegui resenhar uma vez e não devo voltar a ler enquanto não mudarem os caras ; )Posted by Alexandre Mandarino(www) at 18:50 Saturday November 23, 2004

  4. 100 balas! 100 balas! 100 balas! 100 balas! 100 balas!100 balas! 100 balas! 100 balas!Posted by Carlos Magalhães at 21:34 Friday November 29, 2004

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