Gabriel Knight

A série Gabriel Knight, criada pela expert em programação e escritora Jane Jensen, é com certeza a melhor linha de jogos do estilo adventure que existe. Gabriel Knight – Sins of the Fathers, de 1993, usa a interface de apontar e clicar com o mouse de forma genial para contar uma intrigante e tensa história sobre a cena vodu em New Orleans. Gabriel Knight 2 – The Beast Within (criado em FMV – Full Motion Video) é a única experiência em games com atores de carne e osso que deu certo e ainda conta uma trama assustadora de lobisomens e conspirações políticas em plena Floresta Negra alemã. O terceiro e último até o momento, Gabriel Knight 3 – Blood of the Sacred, Blood of the Damned, mistura templários, o mistério da igreja de Rennes-le-Chateau, vampiros e o cadáver de Jesus Cristo (com um final que deixou os executivos da Sierra, que distribui o game, de orelhas medrosas em pé). De quebra, este terceiro episódio ainda apresentou ao mundo uma excelente interface para adventures em 3D, o G-Engine, quebrando o tabu de que adventures renderizados são invariavelmente injogáveis.
Como o adventure é, infelizmente, um gênero que caminha cada vez mais para perto do dodô, existe na Internet uma petição para convencer a Sierra a lançar Gabriel Knight 4. Afinal, uma trilogia em que cada episódio ganhou diversos prêmios de “Game of the Year” não pode acabar no limbo. Façam um favor a mim, ao mundo e ao bem-estar dos games e participem desse abaixo-assinado. É só ir aqui e pedir Gabriel Knight 4. A ficção interativa agradece.

O talismã e a adaga de
schattenjäger (caçador
de sombras) de Gabriel Knight:
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Posted in Games.

Alex Mandarino

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